Turismo em aldeias indígenas cresce e oferece até bangalôs com banho…
Maior ilha fluvial do mundo e santuário ecológico há mais de seis décadas, a Ilha do Bananal, no Tocantins, é uma espécie de paraíso entre a Amazônia e o Cerrado. Abriga o Parque Nacional do Araguaia, um dos mais antigos do país, de 1959, e terras indígenas onde vivem pelo menos 4 mil pessoas. Na década de 60, o então presidente Juscelino Kubitscheck fez ali um hotel cinco estrelas que sucumbiu ao tempo.
Mas eles querem também melhor condição de vida. A maioria das casas ainda é de palha, falta saneamento e serviço de saúde. Placas solares chegaram há pouco tempo para que possam ter geladeiras e conservar alimentos. Algumas aldeias têm internet, outras não. Além das culturas de subsistência, o povo paiter suruí cultiva café especial e a plantação é um dos roteiros de visita. Busca agora parcerias para vender banana e agências de turismo para ampliar o número de visitantes.
No Brasil, as experiências em terras indígenas são diversas. Vão desde caminhada pela floresta para escalar o Pico da Neblina, o mais alto do país, da Associação Yanomami do Rio Cauaburis e Afluentes , à subida ao Monte Roraima, via Venezuela, com apoio de indígenas da TI Raposa Serra do Sol.
O que sempre se vê, diz Santilli, são obras que causam grandes impactos ambientais, mas, na maioria das vezes, atendem a interesses de quem não vive na Amazônia. Não é raro que comunidades vivam no escuro ao lado de empreendimentos hidrelétricos. — É um turismo crescente, onde o visitante busca experiências únicas, rituais e se envolver com as comunidades — explica Rafaela.
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