Desvario de Trump ao propor ‘Riviera’ no Oriente Médio deve ser visto como início de negociação
começou seu governo fazendo ameaças e lançando ideias estapafúrdias, com o nítido objetivo de obter concessões em negociações. Na terça-feira, ao receber na Casa Branca o primeiro-ministro israelense,, transferir os 2 milhões de palestinos que vivem no enclave, investir na reconstrução da infraestrutura devastada e criar, às margens do Mediterrâneo, uma “Riviera” no Oriente Médio. O desvario depois foi esclarecido.
Outro erro seria prolongar a ocupação militar israelense, como defendem alas radicais do governo Netanyahu. No passado, o país já manteve tropas em Gaza e no Líbano, sem derrotar os grupos terroristas. A permanência de tropas israelenses em Gaza só contribuiria para corroer ainda mais a imagem de Israel com os desgastes intrínsecos a qualquer ocupação, sem trazer nenhuma garantia de paz duradoura.
A melhor alternativa é a Autoridade Palestina passar a controlar o governo local, com apoio de tropas de Israel, dos países árabes e vigilância internacional sobre os corredores estratégicos, usados por terroristas para contrabandear armas e munição. É fundamental também um programa de investimento externo maciço para reconstruir o enclave. O objetivo do Hamas nunca foi melhorar a vida dos palestinos; o foco era destruir Israel.
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