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Eleições legislativas polarizadas entre aliados de Macron e Mélenchon definem primeiro-ministro para os próximos cinco anos

RECORDE Mais da metade dos eleitores franceses não saiu de casa para votar em deputados para a Assembleia Nacional No centro, a ainda candidata Mathilde Panot com os quatro já eleitos pelo Nupes: Daniele Obono, Alexis Corbière, Sarah Legrain e Sophia Chikirou

Algumas novidades que puderam ser percebidas nas eleições presidenciais da França parecem consolidadas, pelo que se viu do primeiro turno das eleições legislativas, no domingo, 12. A primeira delas é a descrença na classe política, escancarada por mais da metade do eleitorado se abstendo de votar, com recorde de 52,49%. A segunda: a sombra do medo da extrema-direita populista, cada vez mais explícita e mais votada.

Das 577 cadeiras na Assembleia Nacional, apenas cinco foram definidas no primeiro turno, quatro pela Nupes , aliança das esquerdas encabeçada por Mélenchon, e uma pelo Ensemble!, do presidente Emmanuel Macron. As demais ficaram para domingo, 19. O bloco que conseguir maioria tem poder decisivo na definição do primeiro-ministro, que é quem de fato governa o país por cinco anos.

A disputa será acirradíssima, pelos resultados do primeiro turno. Para o Ministério do Interior, a vantagem ficou com o Ensemble! de Macron, com 25,75%, sobre o Nupes de Mélenchon, com 25,66%. Para o jornal “Le Monde”, o Nupes teve 26,11% e o Ensemble! ficou com 25,88%. As duas fontes apontam o mesmo crescimento dos radicais de direita de Marine Le Pen, com o Rassemblement National chegando a mais de 18%, sobre os 13% de 2017.

O primeiro turno das eleições legislativas de 2022 marcou a estreia do voto eletrônico — apenas para moradores de outros países, como explica François Weigel, professor de Literatura e Língua Francesas na UFRN. Para ele, além do recorde de abstenção e do crescimento da ultradireita com Marine Le Pen, deve-se observar que Macron pode ser favorecido pelo sistema de votação que privilegia os grandes partidos.

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