Museu da Língua Portuguesa, em SP, reabre ao público no dia 31 de julho
fez o anúncio nesta quinta-feira, 29, no espaço reconstruído após um incêndio que o atingiu em dezembro de 2015. No valor de 85 milhões, entre recursos obtidos por meio da Lei Rouanet e de outras fontes , as obras começaram em 2017 e terminaram em 2019, quando foi iniciada a implantação do conteúdo e das experiências, assim como a iluminação externa e a contratação da equipe.
Doria disse que convidou para a inauguração todos os presidentes brasileiros vivos e que apenas José Sarney, Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer estarão presentes. Dilma Roussef agradeceu, mas mandou uma carta “simpática e afetuosa” dizendo que não poderia comparecer. Além deles, confirmaram presença o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e o de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca.
A reconstrução não foi meramente estética. O museu traz, em sua nova encarnação, novo conteúdo, novas experiências e novos espaços. Um exemplo disso é a criação de um cordão umbilical com a Estação da Luz, antes inexistente, com o objetivo de estreitar a comunicação entre o espaço cultural e o público.
Não foram esquecidas as melhorias na segurança, especialmente contra incêndios, que, segundo os responsáveis pelas obras, superam as exigências do Corpo de Bombeiros. Embora não sejam uma exigência legal, foram instalados para reforçar o sistema de segurança contra incêndio. O espaço foi concebido também com recursos de acessibilidade física e de conteúdo. O Museu reabre com Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros .
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