O general Marcos Antônio Amaro dos Santos, ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência), afirmou que o envolvimento de militares na gestão do ex-presidente Jair B
Eu acho que deve se buscar, de qualquer forma, em todas as situações, essa institucionalidade [das Forças Armadas], que nós sempre prezamos. Posso assegurar, também, que não houve essa politização da instituição, acho que algumas pessoas podem ter sido atraídas por essa questão [politização sob Bolsonaro], mas a instituição Forças Armadas estão preservadas.
Este é um argumento usado com frequência por bolsonaristas, com base no Artigo 142 da Constituição Federal.Questionado sobre a prisão de militares e o desgaste para as Forças Armadas, Amaro afirmou que não poderia responder pela instituição, mas pregou institucionalidade.foi preso por suposta participação em fraudeO ministro da Defesa [José Múcio] responde pelas Forças Armadas.
Por isso, ele avalia que não há por que mudar o Artigo 142 da Constituição, que rege as Forças Armadas. A reforma do artigo em si não parece ser necessária, exatamente por que essa interpretação [de poder moderador] é completamente equivocada. Então, não é por causa dessa interpretação equivocada que vá condenar o Artigo 142. Pode haver outras razões, o Congresso tem de estudar.
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