Fósseis de cocô ajudaram cientistas a entender os hábitos alimentares daqueles que ergueram Stonehenge. 👀💩 Via MegaCurioso
Os construtores e demais trabalhadores de Stonehenge, na Inglaterra, criaram um dos monumentos da era neolítica mais icônicos do mundo. Porém, quando o assunto é estudar o passado, estamos acostumados a encontrar estruturas diversas, ferramentas, ossos e até dentes.
Chamados coprólitos, os achados arqueológicos apontam que, durante as celebrações de inverno que aconteciam em Stonehenge, os trabalhadores e seus cães comiam carne mal cozida e ingeriam uma quantidade significativa de ovos de vermes parasitários. Como os cães acabavam consumindo as sobras dos pratos, também terminavam com ovos de parasitas no organismo. Segundo um comunicado divulgado pela equipe, essas amostras de cocô se tornaram fundamentais, já que constituem o mais antigo achado arqueológico sobre a presença de vermes parasitários no Reino Unido.
Curiosamente, os exemplares de ossos encontrados no mesmo local onde foram recolhidos os coprólitos sugerem que o gado estava longe de ser a fonte de proteína animal mais consumida pelos construtores. Foram desenterrados 38 mil ossos de animais. Desse total, apenas 10% eram de gado enquanto os outros 90% eram de porcos.Os cientistas ainda encontraram ovos de tênia em um exemplar de fezes fossilizadas de cachorro.
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