Candidato com a maior votação para deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho '03' do presidente, não entra nas discussões mais relevantes da Câmara
Eleitos na onda bolsonarista que dominou o País em 2018, os campeões de voto de quatro anos atrás apostaram no discurso ideológico e, em geral, não conseguiram liderar os principais debates do Congresso. Alguns romperam com o presidente Jair Bolsonaro e mudaram de partido. Outros tentam chamar a atenção com polêmicas que não deram em nada.
Joice Hasselmann , outra aliada de Bolsonaro naquela eleição, foi a segunda mais votada do ranking. Era do PSL, partido que elegeu o presidente, mas saiu das articulações políticas do Planalto ao romper com ele e perder a liderança do governo no Congresso. “Sou autora de 289 projetos de lei e coautora de muitos outros, inclusive o que regulamentou a telemedicina e o homeschooling no Brasil”, disse Joice. “Não fico esperando ninguém me dar nada.
Na Bahia, o mais votado é apoiador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trata-se de Pastor Sargento Isidório . O deputado se apresenta como “ex-gay” e anda pelo plenário com uma Bíblia embaixo do braço. Tentou emplacar uma lei proibindo o uso da palavra Bíblia em publicações não religiosas, mas, diante da polêmica, retirou o projeto de circulação.
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