Miliciano Adriano da Nóbrega não foi executado e nem torturado, diz governo da Bahia
não foi executado e nem torturado. De acordo com o Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado do estado, responsável pelo inquérito da operação, ele atirou sete vezes contra três policiais militares baianos, em 9 de fevereiro, em um sítio do município de Esplanada, a pouco mais cem quilômetros de Salvador. À época foragido, Adriano estava escondido no local.
Dos sete tiros disparados pelo Capitão Adriano, segundo a Draco da Bahia, dois atingiram o escudo dos policiais e os outros a parede e uma janela do sítio. O diretor do Instituto Médico Legal , Mário Câmara, ressaltou que a necropsia não constatou tortura. “Foram dois tiros que atingiram Adriano, em distâncias superiores a um metro”, concluiu Câmara.
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