Reitora Denise Pires de Carvalho afirma que as aulas presenciais podem ser interrompidas, assim como o funcionamento de 9 unidades de saúde e 1,5 mil laboratórios de pesquisa g1
A Universidade Federal do Rio de Janeiro corre o risco de fechar as portas a partir de setembro.
Durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira , a reitora da instituição, Denise Pires de Carvalho, afirmou que a universidade não terá como pagar as contas de água e luz, além de manter serviços de limpeza e segurança a partir de setembro. "Os cortes são muito graves. O que foi feito coloca em risco o futuro das próximas gerações. Essas ações vão ter impacto para nossos filhos e netos", disse a reitora.
A União alega que o contingenciamento foi feito para garantir que o teto de gastos do governo federal seja cumprido. A medida limita o crescimento de despesas públicas. "É um orçamento muito longe do que a UFRJ precisa. Lembrando que, na discussão do orçamento do ano passado, a UFRJ reivindicava, pelo menos, o orçamento de 2019 corrigido pela inflação", comentou Eduardo Raupp, pró-reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças.