Nas postagens, o deputado chamou o presidente Bolsonaro de “assassino” e de “miliciano”
de “assassino” e alega que ele “ajudou a matar 400 mil pessoas e ainda debochou das vítimas”, se referindo à condução do ex-capitão da pandemia no País.A decisão do ministro Paulo de Tarso Vieira Sanseverino atendeu ao pedido feito pela campanha do ex-capitão por entender que “as publicações impugnadas transmitem desinformação prejudicial à integridade do próprio processo eleitoral”.
“São mensagens produzidas e divulgadas para ofender a honra e a imagem da coligação representante, cujo objetivo consistiu na disseminação de discurso manifestamente inverídico e odioso que pretende induzir o usuário da rede social a vincular o candidato a práticas criminosas”, cita trecho da decisão.acionou o Supremo Tribunal Federal questionando a legalidade da nova resolução do TSE.
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