Três senadores retiram apoio e CPI do MEC fica sem número de assinaturas necessárias

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Senadores retiram apoio e CPI do MEC fica sem assinaturas necessárias

Três senadores que haviam se comprometido em apoiar a abertura de uma CPI do MEC recuaram neste fim de semana. Oriovisto Guimarães , Styvenson Valentim e Weverton Rocha disseram que não assinarão mais o pedido para abertura de uma Comissão de Inquérito para investigar possíveis irregularidades, como tráfico de influência, na atuação de pastores evangélicos junto ao Ministério da Educação.

A mudança representa uma vitória para o governo do presidente Jair Bolsonaro e, em especial, para o novo líder do governo no Senado, Carlos Viana , que estreou na função com a missão de desarticular a CPI. É também um revés para a oposição capitaneada pelo senador Randolfe Rodrigues , autor do pedido e também coordenador da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva a presidente.

A CPI é vista como um fator de desgaste potencial para Bolsonaro que pode influenciar nos rumos da eleição presidencial. No ano passado, conforme avançaram as investigações da CPI da Covid, a desaprovação do governo cresceu. Com o fim dos trabalhos, o presidente iniciou este ano uma leve recuperação, bem como cresceu nas pesquisas de intenção de voto, aproximando-se do candidato petista, que lidera.

A questão eleitoral foi utilizada como justificativa por alguns dos senadores que desistiram de apoiar a CPI. “Continuo acreditando que existem fatos graves no MEC que precisam ser investigados. Porém, uma CPI tão próxima das eleições acabará em palanque eleitoral”, afirmou Oriovisto, alegando que eventuais ilícitos devem ser apurados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.

Já Weverton, que faz oposição a Bolsonaro, disse apenas, através de sua assessoria, que a decisão teve “caráter individual”, não estando vinculada a qualquer ligação com o governo. Ele é pré-candidato ao governo do Maranhão nas eleições deste ano.

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