Fontes do setor afirmam que a agressão dos Houthis interrompeu metade da produção do reino, fornecedor de 10% de todo o petróleo consumido no mundo
, causando importantes incêndios. Riad, que respondeu bombardeando alvos do grupo, anunciou que as chamas haviam sido controladas, mas fontes do setor temem que a produção seja interrompida. Além das perdas materiais, a terceira operação desse tipo nos últimos cinco meses expôs a vulnerabilidade da infraestrutura de energia do reino ante a crescente sofisticação da milícia iemenita.
Embora as forças de segurança tenham fechado rapidamente o acesso às duas instalações, as redes sociais encheram-se de fotos em que se viam primeiro as chamas, depois uma densa fumaça preta – que pode ser observada nas imagens de satélite difundidas pelas agências de notícias. “Os dois incêndios foram controlados”, afirmava horas mais tarde um comunicado do Ministério do Interior.
Os rebeldes dizem agir em resposta aos bombardeios aéreos da coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, que desde 2015 tenta desalojá-los de Sanaa , que ocuparam meses antes. A intervenção transformou a guerra civil iemenita em um conflito regional, alimentado pela rivalidade entre Riad e Teerã. Enquanto isso, os combates afundaram o Iêmen na maior emergência humanitária do mundo, segundo a ONU.
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