PRF impõe sigilo em processos que envolvem agentes do caso Genivaldo 👉
Em sua justificativa, o Departamento de Polícia Rodoviária Federal alegou que os documentos se tratam de"informação pessoal" e que a divulgação poderia ser considerada uma infração administrativa. A corporação se recusou a informar até a quantidade de processos administrativos envolvendo os agentes.
No âmbito das apurações, a Polícia Federal já ouviu cerca de 30 pessoas, entre elas os familiares de Genivaldo, testemunhas da abordagem e ainda os policiais rodoviários federais envolvidos na ocorrência. Como mostrou o Estadão, três agentes chegaram a se apresentar à PF em Sergipe logo depois do ocorrido em Umbaúba.
Em comunicação de ocorrência policial, agentes envolvidos na abordagem que culminou na morte de Genivaldo classificaram o falecimento do homem de 38 anos como uma"fatalidade desvinculada da ação policial legítima". Os PRFs narraram que foi empregado"legitimamente o uso diferenciado da força" no caso, registrando que foram usados gás de pimenta e gás lacrimogêneo para"conter" Genivaldo.