Por que 'terceira onda' de covid-19 em Hong Kong é alerta para o mundo

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Até pouco tempo atrás, Hong Kong era considerada um exemplo no combate à covid-19, mas agora estaria vivendo uma 'terceira onda', com um aumento expressivo do número de casos da doença. O que deu errado?

Veja, a seguir, quais lições esse caso deixa para outros países lidarem com a pandemia e a avaliação de especialistas sobre se devemos realmente falar em várias ondas de covid-19.Hong Kong registrou seus primeiros casos de covid-19 no fim de janeiro, o que preocupou a população e levou ao chamado"panic buying", ou as compras motivadas pelo pânico.

"É bem decepcionante e frustrante porque Hong Kong havia realmente controlado a situação", diz Malik Peiris, coordenador de virologia da Universidade de Hong Kong.Primeiro, muitas das pessoas que retornaram ao território optaram por passar a quarentena de 14 dias em casa e não em"campos de quarentena".

O argumento foi de que as exceções são necessárias para garantir que as operações diárias normais continuem em Hong Kong. Também foi dito que essas viagens eram necessárias para o desenvolvimento econômico da cidade. E equilibrar a saúde pública, as preocupações práticas e a economia pode ser difícil. Um sindicato representando pilotos da FedEx pediu à empresa que suspendesse os voos para Hong Kong sob o argumento de que as medidas mais rigorosas contra a covid-19, incluindo estadias obrigatórias em hospitais para pilotos com resultados positivos, gerou"condições inaceitáveis ​​para os pilotos".

Peiris acredita que isso se deve a um segundo fator crucial: as medidas de distanciamento social foram significativamente flexibilizadas em junho. No entanto, Peiris enfatiza que os cidadãos de Hong Kong foram"extremamente obedientes" às medidas de distanciamento social e de higiene durante a primeira e a segunda ondas."Na verdade, eles estavam até mesmo um passo à frente das instruções do governo, usando máscaras antes de serem obrigatórias."

Em 1º de julho, milhares de pessoas participaram de uma manifestação pró-democracia, apesar de a marcha ter sido proibida pelas autoridades que disseram que ela violaria as diretrizes de distanciamento social.

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