Por que a epidemia de Covid-19 no Brasil lembra a dos EUA e é diferente da europeia
Movimentação da região da 25 de Março no centro de São Paulo após a reabertura do comércio na cidade Kaio Lakaio/VEJANesta segunda-feira, 27, o Brasil registrou uma média móvel de novos casos de coronavírus de 46.247 – a mais alta da série histórica no país – e de mortes de 1071,1, elevando o total de pessoas infectadas no país para 2.442.375 e vítimas fatais a 87.618.
Se compararmos a evolução da pandemia no Brasil com a de outros países, veremos que a do Brasil é mais parecida com a dos Estados Unidos do que a dos países da Europa, por exemplo.
Alguns fatores contribuem para essa característica. O primeiro deles é a dimensão continental do Brasil e dos Estados Unidos. Enquanto ambos estão no top 5 do ranking de maiores nações do mundo em extensão territorial, os países europeus cabem dentro de um estado brasileiro – a Itália é quase do tamanho do Maranhão e a Espanha, de Minas Gerais.
Mas esse não é o único fator que contribui para essa característica, segundo especialistas. A rápida e constante queda das curvas de contágio e mortes por coronavírus na Espanha e Itália após uma ascensão descontrolada, é resultado da eficácia nos confinamentos. Por meses, a população só podia sair de casa para realizar atividades essenciais.
Veja abaixo os gráficos da evolução da média móvel de novos casos na Espanha, no Brasil e nos Estados Unidos.
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