A Polícia Federal informou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que não conseguiu identificar os integrantes — nem acessar as mensagen
Em parecer, a PF diz que o Telegram informou não ser possível acessar o conteúdo do grupo, que é privado, em razão de sua"estrutura técnica" e por sua política de privacidade. Segundo a empresa, somente os integrantes do grupo podem acessar, baixar e preservar as mensagens.
Em agosto, Moraes mandou a PF identificar todos os integrantes do grupo e analisar as conversas trocadas entre eles. O objetivo seria averiguar a existência de possível organização criminosa. Segundo a PF, não é possível usar o acesso de Ivan Rejane Pinto para entrar no grupo porque, embora o aplicativo estivesse instalado no celular do bolsonarista, as mensagens não estavam mais disponíveis.