Paes: Bolsonaro vai deixar 'bomba-relógio' e pobre vai pagar a conta
O prefeito do Rio, Eduardo Paes , um dos coordenadores da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva no Estado, afirmou nesta quarta-feira que o presidente Jair Bolsonaro vai jogar uma "bomba-relógio" para o país em 2023 e, se reeleito, a "conta" das dívidas provocadas por ele será paga pelos mais pobres."O governo vai estar afundado, cheio de dívida. E você já sabe como Bolsonaro faz quando o dinheiro acaba. Ele não mexe com rico.
O prefeito cita como exemplos de medidas negativas para as contas públicas, a interferência do governo para a Petrobras segurar preços dos combustíveis. "Quando ele obriga a Petrobras a segurar o preço da gasolina até depois da eleição, segurando a inflação, empurrando uma dívida bilionária para o ano que vem. Essa conta vai chegar e quem vai pagar é você", diz.
"[Ele vai tirar] da educação, da saúde, da segurança, da moradia, do remédio de pressão da tua mãe, da merenda do teu filho, do seu salário mínimo", afirma no vídeo. O Rio de Janeiro é um Estado simbólico na disputa por ser berço político de Bolsonaro e por ser o terceiro maior colégio eleitoral do país. O presidente e Lula têm previstos atos de encerramento de campanha na capital fluminense.
Brasil Últimas Notícias, Brasil Manchetes
Similar News:Você também pode ler notícias semelhantes a esta que coletamos de outras fontes de notícias.
O tamanho da vantagem que Bolsonaro terá sobre Lula no Rio, segundo CecilianoNo primeiro turno, o ex-capitão recebeu 4,8 milhões de votos e o ex-presidente ficou com 3,8 milhões
Consulte Mais informação »
Autoridades do RJ lamentam a morte da jornalista Susana NaspoliniO governador reeleito do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), prestaram homenagens à repórter da TV Globo
Consulte Mais informação »
Idosa fica ferida após ser atingida por poste na Zona Sul do Rio
Consulte Mais informação »
Bolsonaro escolhe bairro mais populoso do Rio para último ato de campanhaAlém de ser o maior bairro da capital fluminense, Campo Grande deu vitória a Bolsonaro por 58%, contra 33% de Lula no primeiro turno
Consulte Mais informação »