Cultura | Parte substancial da obra do autor britânico de ‘O Retrato de Dorian Gray’ volta às livrarias.
Atuante desde os anos 1870 como poeta, ensaísta, jornalista, contista e dramaturgo, o escritor nascido em Dublin conheceu o peso da censura moral de sua época ao publicarLippincott’s Monthly MagazineNum mesmo jantar, em 1889, o editor J.M. Stoddart convidou Wilde e Arthur Conan Doyle a escrever novelas para a revista. Doyle entregou O Signo dos Quatro, segundo volume da saga do detetive Sherlock Holmes.
Ao receber os originais, Stoddart suprimiu 500 palavras do texto, sem conhecimento prévio do autor . As alusões à homossexualidade e ao homoerotismo foram removidas do texto, assim como qualquer referência às amantes femininas de Dorian Gray como “amantes”. Publicado na edição de julho de 1890, o texto fez com que a editora WH Smith retirasse todas as cópias da revista de suas livrarias em estações ferroviárias.
Ao que se sabe, não houve vetos a outras passagens que traem muito do espírito daquela época . Meu filho, mulher nunca é um gênio. As mulheres são um sexo decorativo. Nunca têm nada a dizer, mas falam que é um encanto, afirma a certa altura o lorde Henry Wotton, terceira ponta do triângulo masculino do livro.precipitou a vida de Oscar Wilde em muitos sentidos.
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