Técnico português do Flamengo elogiou o nível do Brasileirão e falou a VEJA sobre sua ideia de jogo ofensiva. 'Meu time proporciona espetáculo'
Não, pelo contrário. O Brasil continua sendo uma referência e essa vocação ofensiva é o que eu espero dos jogadores do Flamengo. Agora, variantes do jogo evoluíram. O conceito do que é o jogador brasileiro estava muito valorizado e evoluído há uns 15, 20 anos, e a Europa adaptou-se muito a este conceito. O caso mais marcante é o do Pep Guardiola com seu “tiki-taka”, a bola no pé, algo que o Brasil já tinha havia muitos anos.
O futebol português evoluiu de forma incrível nos últimos anos. Vê isso como um fenômeno pontual ou o país deve se consolidar como uma potência do futebol? Não, é que o futebol brasileiro produz muitos jogadores e não se consegue controlar todos, há imensos clubes e um leque vasto de talentos, alguns até desconhecidos por aqui, que saem, se tornam grandes jogadores e depois retornam, como Deco e tantos outros.Na Europa, o atleta brasileiro é visto como festeiro, pouco profissional?
Não sei. Intensidade não se mede, é característica de cada treinador. O treino de futebol não é uma ciência exata, cada treinador tem seus métodos. Sempre digo que o treinador tem de ser um criativo, assim como o jogador. Não basta ser bom taticamente. Para ser um grande treinador, tens de ir muito mais além do treino de campo.Eu não trouxe coisas diferentes só ao Brasil, eu propus novidades em todos os lugares onde trabalhei.
O senhor já assistia ao Campeonato Brasileiro pela TV, mas agora pode vivenciá-lo. O nível da liga te surpreendeu?
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