PT e PSB voltam a se reunir nesta quarta-feira 15 em busca de uma solução para o impasse em torno da eleição para o governo do estado
“A partir de agora, vamos zerar o processo, sem imposição de nome nenhum, para construir uma candidatura que possa representar o campo político da aliança nacional”, disse Bruck. Apesar da volta ao ponto inicial das conversas, o pessebista não acredita que surja um novo nome, além de Pretto e Albuquerque, capaz de unir as legendas no estado.
“Não vejo nenhum nome de consenso, com densidade e capacidade de ampliar no segundo turno”, pontua. “O PCdoB tem a Manuela D’Avila, mas, em um estado conservador como o Rio Grande do Sul, comunismo é uma palavra feia. Até pode ir para o segundo turno, mas não amplia e perde a eleição”. A falta de acordo com o PT fez o PSB se aproximar do PDT estadual. Beto Albuquerque chegou a dizer que o seu partido estava mais próximo de apoiar o presidenciáveldo que fechar com Lula. O presidente da legenda no estado descartou não abrir o palanque para o petista.
“Dentro dessas conversas surgiu a possibilidade de abrir espaço para o Ciro, mas em nenhum momento pensamos em renegar o Lula”, afirmou. “Não temos como ser contra um palanque que temos o candidato a vice-presidente”.apurou que a solução do impasse pode se dar nos seguintes termos: O PT retiraria as pré-candidaturas aos governos do Rio Grande do Sul e do