'A Sibéria, um dos lugares mais frios do mundo, está em chamas. A Amazônia, um dos lugares mais úmidos do mundo, está em chamas. Precisamos agir rapidamente', destaca o Greenpeace G1
Queimadas na Amazônia - Foto aérea mostra fumaça em trecho de 2 km de extensão de floresta, a 65 km de Porto Velho, em Rondônia, em 23 de agosto de 2019 — Foto: Carl de Souza/AFP
A conclusão é que, embora os incêndios deste ano tenham causado danos significativos ao meio ambiente, eles já foram piores no passado.O número de incêndios entre janeiro e agosto de 2019 é o dobro do mesmo período do ano passado, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais . Para 2019, os dados disponíveis vão até o fim de agosto e a área total queimada nesses oito primeiros meses do ano é de 45 mil km2. Isso já supera toda a área queimada em 2018, mas parece improvável que vá atingir os picos registrados na década anterior.
A Agência Florestal Federal da Rússia diz que mais de 10 milhões de hectares foram afetados desde o início deste ano, o que já supera o total de 8,6 milhões em todo o ano de 2018.Os dados sobre o número de incêndios mostram que houve outros anos ruins, principalmente 2003.
De acordo com dados analisados pela Global Forest Watch, os incêndios na República Democrática do Congo e na Zâmbia estão um pouco acima da média da temporada, mas já foram mais altos em anos anteriores. Queimadas na República Democrática do Congo – — Foto: BBC NewsNo debate sobre as queimadas, houve comparações com a situação na Amazônia, mas os incêndios na África Subsaariana são diferentes.
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