Os corpos rochosos orbitam o Sol a uma distância de até 45 milhões do nosso planeta, e não devem apresentar risco de colisão dentro dos próximos 100 anos
, teve sucesso ao conseguir modificar a trajetória de Dimorphos, satélite localizado a 11 milhões de quilômetros de distância da Terra.
Além de acompanhar o movimento de corpos rochosos já identificados, para determinar se eles ainda são inofensivos, estações terrestres e telescópios espaciais toda semana descobrem novos asteroides. Como exemplos podem ser citados o Catalina Sky Survey, observatório astronômico no Arizona e o Very Large Telescope, maior conjunto de telescópios do mundo, no Chile. Embora a sonda Gaia tenha sido lançada com o propósito de catalogar estrelas na galáxia, ela também entrega dados valiosos para esse campo.
Estudos sobre os objetos espaciais buscam analisar suas composições, tamanhos, velocidades, distâncias, bem como simular a força de impacto. Tal esforço tem o objetivo de buscar as melhores soluções para lidar com um potencial asteroide que coloque a Terra em perigo.