No total, 212 pessoas foram dadas como desapareciads até o momento; 34 foram encontradas com vida
Esta contagem, que inclui crianças, é provisória. As autoridades continuam vasculhando uma floresta de mais de 300 hectares, perto da cidade costeira de Malindi, em busca de outras valas comuns. A descoberta chocou toda a nação e o presidente William Ruto prometeu reprimir aqueles que "usam a religião para promover seus atos hediondos".
Em visita à área de buscas, o ministro do Interior, Kithure Kindiki, alertou que o número de vítimas pode aumentar.Ele acrescentou que 34 pessoas foram encontradas vivas na floresta. Kindiki evocou a possibilidade de que Paul Mackenzie Nthenge, o "pastor" da chamada Good News International Church, que promoveu o jejum entre seus seguidores para "conhecer Jesus", seja acusado de "terrorismo".
No entanto, ele foi solto após pagar uma fiança de cerca de US$ 700. O taxista que se tornou "pastor" em 2003 se entregou à polícia na noite de 14 de abril. Este drama reacendeu um debate sobre o controle do culto religioso no Quênia, um país predominantemente cristão, onde "pastores", "igrejas" e outros movimentos religiosos marginais estão frequentemente nos noticiários.
Para o ministro do Interior, este massacre deve conduzir "não só a um castigo mais severo para o autor ou autores de atrocidades , mas também a uma regulamentação mais rigorosa de cada igreja, mesquita, templo ou sinagoga no futuro ".Há 5 minutosPrograma anuncia hoje quem levará o maior prêmio em dinheiro da história do reality
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