Por alex_borges: Militares e TSE: O ovo da serpente CNNnasEleições 06deAgostoTemDebate
Em 15 de abril de 1964, Humberto Castelo Branco tomava posse como o 26º presidente do Brasil. No discurso, chamou o golpe que derrubou João Goulart duas semanas antes de “movimento cívico da nação brasileira” que “se levantou unida, esplêndida de coragem e decisão, para restaurar a democracia e libertá-la de quantas fraudes e distorções a tornavam irreconhecível”. Começava o período ditatorial que duraria mais de duas décadas.
Em 22 de maio de 2020, segundo matéria da revista Piauí de agosto do mesmo ano, Bolsonaro disse aos generais Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Luiz Eduardo Ramos: “vou intervir!”. O presidente se revoltou contra um procedimento de rotina do judiciário.
O general Fernando de Azevedo e Silva se recusou a cumprir a ordem, segundo relata o autor, e foi demitido do Ministério da Defesa, a mesma pasta que agora conta com o general Paulo Sérgio para cumprir o papel, ainda por meias palavras e eufemismos, de ameaçar as instituições do país.
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