O 2º turno no Maranhão é embalado pelo clima de comoção com a morte do marido de Raquel Lyra
, do PSDB. Ambas têm perfil bem parecido, são da mesma geração, começaram a vida política no PSB e são de famílias tradicionais, historicamente inseridas na política estadual. As coincidências não param por aí: as duas vivem momentos delicados na vida pessoal, pautando, em alguns momentos, o debate eleitoral no estado e elevando o tom emocional da campanha.
Marília Arraes, por sua vez, encara a campanha com uma gravidez de seis meses e recentemente sofreu crise hipertensiva Na primeira semana do segundo turno, Lyra ficou afastada da campanha, reclusa com a família em luto, e solicitou ao Tribunal Regional Eleitoral o adiamento do início da campanha na tevê, previsto para 7 de outubro. Ela pediu que começasse na segunda-feira 10. Em resposta, o TRE afirmou que precisaria do consentimento do palanque adversário para deferir o pedido, mas a campanha de Arraes não concordou, gerando muitas críticas a ela, acusada de insensibilidade.