Com capacidade para 115 mil pessoas, Grand Stade Hassan II está sendo construído nos arredores de Casablanca e deve ser concluído em 2028
Com capacidade para 115 mil pessoas, Grand Stade Hassan II está sendo construído nos arredores de Casablanca e deve ser concluído em 2028 O Grand Stade Hassan II terá seu desenho inspirado nas tradicionais tendas marroquinas utilizadas nos chamados 'moussems' A escolha do palco da decisão ainda não foi confirmada pela Fifa, mas o país africano trabalha para colocar a nova arena no centro do próximo Mundial, que será organizado em conjunto com“Eles estão acabando agora esse que vai ser um grande estádio, onde esperam que seja a final.
Ainda não está decidido, mas deve ser lá”, afirma Alexandre Guido Lopes Parola, embaixador do Brasil no Marrocos. Localizado na região de El Mansouria e Benslimane, nos arredores de Casablanca, o estádio deverá ser concluído em 2028, dois anos antes da competição. O projeto faz parte de uma estratégia mais ampla do Marrocos para usar o futebol como motor de investimentos, turismo e modernização da infraestrutura.moussems, o equivalente a aproximadamente US$ 500 milhões.
Desse total, cerca de 3,2 bilhões de dirhams — aproximadamente US$ 320 milhões — serão destinados à segunda fase das obras, contratada com as empresas locais TGCC e SGTM. O financiamento envolve o governo marroquino e a Caisse de Dépôt et de Gestion, instituição financeira pública do país.
Além de receber partidas da Copa de 2030, a arena deverá se tornar a principal casa da seleção marroquina.na preparação para o torneio, incluindo estádios, aeroportos, transporte ferroviário, rodovias, hotéis e modernização urbana. Somente os aeroportos devem receber cerca de US$ 4,2 bilhões em ampliações e melhorias. A meta é elevar a capacidade turística para 26 milhões de visitantes por ano até 2030 e acrescentar entre 100 mil e 150 mil leitos à rede hoteleira.
“Você vê, dia a dia, as coisas mudando e acontecendo. Muitos hotéis estão sendo construídos, as linhas de trem de alta velocidade estão sendo ampliadas e as cidades estão sendo modernizadas”, afirma o embaixador.
“Até a Copa, você deve ter um trem que liga o norte ao sul do Marrocos inteiro. Será um trem de alta velocidade”, diz o embaixador.como uma prova de sua capacidade de organizar grandes competições. , equivalente a cerca de US$ 1,17 bilhão, segundo dados reunidos no relatório econômico sobre o país. O evento também contribuiu para o recorde de 19,8 milhões de turistas em 2025 e para a criação de aproximadamente 100 mil empregos diretos e indiretos.
Cerca de 3 mil empresas marroquinas participaram da cadeia de fornecedores, em setores como logística, hotelaria, alimentação, segurança e serviços. Projetos de infraestrutura que normalmente levariam uma década foram concluídos em aproximadamente dois anos, deixando cerca de 80% da estrutura exigida para 2030 já encaminhada.
“Eles fizeram uma sequência de coisas muito bem organizada, porque organizaram a Copa da África. Com isso, já inauguraram vários estádios”, afirma Parola. Para o Marrocos, sediar a final teria valor econômico e simbólico. Além de atrair turistas e investimentos, o evento consolidaria o país como um dos principais polos esportivos, industriais e logísticos da África.
O maior estádio do mundo também será uma vitrine para o processo de transformação econômica do país. O setor de construção civil avança ao lado do turismo, da hotelaria, da indústria automotiva, do setor aeroespacial e da produção de energia renovável.
“A base industrial do Marrocos já passou a da África do Sul e é hoje a maior da África. Eles estão construindo essa base, que está dando muita musculatura ao país”, afirma o embaixador. Até 2030, o Marrocos seguirá em obras dentro e fora de campo. O Grand Stade Hassan II será o símbolo mais visível desse movimento.
A Split Risk nasceu no mercado automotivo e agora amplia sua atuação para seguros de vida, responsabilidade civil e produtos imobiliáriosApós ganhar espaço no seguro-viagem, a insurtech recebeu aporte de R$ 35 milhões para crescer no Brasil e no exteriorZoomp: o que aconteceu com a marca de calça jeans que teve 84 lojas em 10 países Criada em 1974, a grife do raio amarelo transformou o jeans em símbolo de status, vestiu uma geração e chegou a dez países. Por que, então, ela não existe mais?
Brasil Últimas Notícias, Brasil Manchetes
Similar News: Você também pode ler notícias semelhantes a esta que coletamos de outras fontes de notícias.
Shakira anuncia shows grandiosos e participação histórica na Copa do intervalo na Copa do Mundo 2026A cantora colombiana Shakira prepara uma série de apresentações internacionais, incluindo um show nas pirâmides do Egito e uma performance coletiva monumental no intervalo da final da Copa do Mundo de 2026 em Nova Jersey.
Consulte Mais informação »
Vai à Copa, está na Copa ou joga pela Copa? A preposição certa muda tudoEntenda como as preposições 'a', 'em', 'por' e 'para' mudam o sentido da frase — explicado com exemplos do futebol
Consulte Mais informação »
Gigante dos sorvetes declara falência e encerra aproximadamente 500 lojasUma crise bilionária derrubou centenas de pontos de venda, mas a história da marca tomou um rumo inesperado depois dos fechamentos.
Consulte Mais informação »
Brasil tem 2ª maior reserva de terras raras do mundo, mas só 1% da produção globalCom 40% do subsolo mapeado, país busca caminhos para explorar riqueza mineral usada na fabricação, por exemplo, de carros elétricos e celulares.
Consulte Mais informação »




