Bolivariano diz que Venezuela é 'democracia sólida' e que presidente brasileiro 'não conhece história'. Ainda assim, vê oposição local 'pior que Bolsonaro'
“A Venezuela é uma democracia sólida. Ameaçada. Assediada. Há regras, há leis, em um país, que são cumpridas. Mas isso não impede, nem impedirá, que a oposição esteja, como está, livremente nos meios, nas ruas. E que se apresente aos processos eleitorais e tenha vitórias e tenha derrotas”, completa o governante.
“Eu tive que fazer uma mobilização militar porque tínhamos informações de inteligência de que essas ameaças e acusações falsas iam provocar um ataque ao território venezuelano. [A Colômbia quer fazer uma guerra] porque têm 70 anos de guerra, e a guerra é um negócio para eles.
Embora afirme que a Venezuela tem um exército pronto para lutar, Maduro afirma querer o diálogo e não uma guerra contra países que não reconhecem sua eleição como presidente da Venezuela e reconhecem Juan Guaidó como chefe de Estado do país, como o Brasil e os Estados Unidos. “Eu não quero falar de guerra. Quero falar de paz. Eu sou cristão, convencido, praticante, de oração e de ação. Estou convencido de que aqui vai triunfar a paz frente às ameaças e às loucuras da ultradireita, de Bolsonaro, de Trump e de toda essa gente”, afirma Maduro.
“Fui chanceler do comandante Hugo Chávez [morto em 2013] durante quase sete anos. Conheço a vida diplomática. E desde que sou presidente tenho dito aos EUA que o único caminho que temos no século 21 é o diálogo”, acrescenta.
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