O julgamento no STF, decisivo para a demarcação de terras indígenas, retornará nesta quarta-feira 30; o placar é de 2 a 1 contra a tese
a ADPF 1059, a questionar a ação policial contra indígenas em Mato Grosso do Sul.
“Consideramos haver um desarranjo nas expectativas referente ao presidente Lula e suas indicações para o Supremo. Entendemos como absurda a postura, pois a ADPF propõe a investigação das violências historicamente cometidas contra os Guarani e Kaiowá”, diz um trecho. A nota compara a posição de Zanin ao voto de Kássio Nunes Marques a favor do Marco Temporal.
A tese em discussão no Supremo estabelece que indígenas só poderão reivindicar terras que já estivessem em sua posse na data da promulgação da Constituição de 1988.
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