Ex-parlamentar responde aos crimes de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, além de uso de documento falso e associação criminosa armada
Simão destacou também que qualquer demora se deu devido à complexidade do caso, à quantidade de réus e a incidentes processuais causados pela própria defesa de um dos co-réus.
Em seu voto, o desembargador refutou a alegação de que não houve revisão periódica da prisão preventiva, indicando que tal revisão foi realizada antes da sessão plenária e que a responsabilidade de revisão agora recai sobre a Vara de Execuções Penais. Simão sustentou ainda que a manutenção da prisão preventiva se justifica pela periculosidade da ré e pela “necessidade de garantir a ordem pública”., a defesa de Flordelis afirmou já esperar pela negação do pedido de habeas corpus.
“A denegatória do HC já era esperado por nós. A gente está falando do excesso de prazo desde que aconteceu o júri até hoje, que o recurso dela não foi julgado. Então o HC, é só relacionado a isso.
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