Partido do presidente fez mudanças na legislação em dezembro para permitir que funcionários públicos pudessem se manifestar durante a campanha
A decisão aprofunda as tensões entre o tribunal e o presidente mexicano, que acusa os juízes de estarem "a serviço das cúpulas do poder".
As mudanças, aprovadas em dezembro passado, permitiam que funcionários públicos se manifestassem durante as eleições "no uso da sua liberdade de expressão" e abriam margem para promover a administração do governo durante a campanha. Sem entrar em questões de mérito, o Supremo mexicano anulou as reformas, afirmando que o partido no poder, que domina as duas câmaras do Congresso, ignorou partes do processo de aprovação. Isso "anula a possibilidade de deliberação democrática", disse o ministro Juan Luis González Alcántara durante a audiência.
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