Os três já haviam sido indiciados pelos crimes de incêndio, dano, associação criminosa e adulteração de veículo G1 BorbaGato
Paulo Lima, conhecido como Paulo 'Galo', é acusado pelo incêndio na estátua do Borba Gato em 24 de julho. — Foto: Reprodução/Redes Sociais
O pedido de prisão preventiva da polícia ocorreu horas depois de o Superior Tribunal de Justiça , em Brasília, revogar também na quinta-feira a prisão temporária de Paulo, determinando que ele fosse solto imediatamente, o que não ocorreu. O STJ representa a terceira instância do poder judiciário.
Bandeirantes como Borba Gato desbravaram territórios no interior do país e capturaram e escravizaram indígenas e negros. Segundo historiadores, muitos mataram índios em confrontos que acabaram por dizimar etnias. Também estupraram e traficaram mulheres indígenas No pedido de habeas corpus enviado ao Superior Tribunal de Justiça, os advogados destacam que o ativista não possui antecedentes criminais, não praticou ações violentas e colaborou com as investigações.
Danilo também chegou a se apresentar com Paulo à polícia, mas negou que tivesse ateado fogo no monumento. Admitiu, porém, ter ajudado a descarregar os pneus que foram queimados depois em volta da estátua. Ao analisar as imagens, a investigação conseguiu identificar a placa do caminhão usado para levar os pneus. O veículo tinha a placa adulterada.
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