MP afirma que falsificação 'era grosseira e não tinha condições de enganar ninguém'. Para juiz, não houve conduta criminosa g1
A Justiça de Sorocaba arquivou o inquérito policial que investigava Elize Matsunaga por usar um documento falso para entrar e trabalhar em condomínios da cidade. A decisão acata o pedido feito pelo Ministério Público do Estado de São Paulo no dia 13 de abril.
O MP disse que ela usou uma cópia e sequer apresentou documento original, com péssima qualidade de impressão e erro grosseiro quanto à data de nascimento. Em sua decisão, o juiz afirmou que, não havendo caracterização de conduta criminosa, não há que se falar em crime, e determinou o arquivamento do caso.
Dois documentos, o original e o falsificado, foram encontrados pela perícia no telefone celular dela. O dado foi levantado após análise do aparelho e do notebook apreendidos pela Polícia Civil, em cumprimento ao mandado de busca e apreensão da Justiça. À polícia, o funcionário do documento original afirmou que retirou o atestado pelo celular de Elize Matsunaga e que ela também ficou com o arquivo original. Ele afirmou que desconhecia que seu documento tenha sido usado em uma falsificação.
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