Gabriela da Silva é atleta bolsista do Pacto pela Juventude, projeto da prefeitura do Rio com a Unesco, e foi convidada para falar sobre as desigualdades enfrentadas por ela no esporte
Fã do jogador Cristiano Ronaldo e torcedora assídua do Botafogo — time tatuado na pele —, ela treinava diariamente no centro esportivo da Vila Olímpica, no Complexo do Alemão, mas desisitiu após sete meses, já que não tinha dinheiro para a passagem de ônibus e levava mais de 30 minutos a pé para chegar até lá.
Na rotina atual, ela acorda cedo, treina por pelo menos uma hora, volta para casa, onde cuida de uma sobrinha e, nas quartas, quintas e sábados, dá aula de futebol para crianças de 6 a 12 anos, um projeto da Street Child United Brazil , com quem ela viajou, em 2017, para a Inglaterra, após ter participado de um time que ganhou um campeonato na Penha.
— É minha segunda vez fora do Brasil, estou ansiosa, mas muito feliz! Parece até que eu sou um pouco artista, sabe? — pergunta tímida. — Desde que ingressei no Pacto pela Juventude, muitas portas se abriram pra mim, percebi que é possível chegar ao topo, o que era díficil, já que não há muitas oportunidades de onde eu venho — reforça.
Gabriela conheceu o Pacto pela Juventude por meio do perfil "JuvRio", Instagram da Secretaria Especial da Juventude Carioca, indicação de um amigo. Em uma publicação, a página avisava sobre a seleção de bolsistas para o projeto, que ganhariam R$ 500 para estudar problemas dentro de suas comunidades e apontar soluções, além de oferecer preparação em grupo para concorrer às vagas.
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