Para senador petista, resposta do partido às declarações de seu sucessor no executivo baiano 'é totalmente descabida'
criticou a estratégia adotada pela legenda na eleição de 2018, colocou-se como pré-candidato à Presidência nas eleições de 2022,Jair Bolsonaro
e disse que o partido não deve impor a bandeira “Lula livre” nas discussões de alianças com outros partidos. “A nota é totalmente descabida. Eu nunca vi a Executiva de um partido fazer uma nota daquele tamanho para repreender ou atacar um governador. Aliás, o governador do maior estado governado pelo PT e o governador mais bem avaliado do PT num território em que, modéstia a parte, fomos nós que mais demos votos para Dilma e Haddad”, disse, em entrevista nesta terça-feira, 17, à rádio Metrópole, de Salvador.
Na entrevista a VEJA, Rui afirmou que o partido deveria ter apoiado Ciro Gomes. “Essa não é uma opinião que dou com a partida já encerrada. Eu e o ex-governador Jaques Wagner defendemos naquele momento a ideia de que o PT deveria ter um candidato de fora do partido caso houvesse o impedimento do ex-presidente Lula. Nenhuma outra liderança teria condições de superar o antipetismo ou disputar a Presidência em pé de igualdade naquele cenário.
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