Isaquias Queiroz e Jacky Godmann ficam em quarto na canoagem
“Treinamos muito, sofremos muito, foi duro. Não é porque foi a primeira Olimpíada do Jacky que já está bom, ele treinou muito. Eu vim representar todo cidadão brasileiro, a gente não desiste nunca. A gente chegou aqui bem. A gente sonhava muito com o pódio, então ficamos sentidos, mas demos nosso máximo. A gente fez o que tinha que fazer.
Para isso, ele terá uma motivação especial: buscar mais uma medalha a Jesus Morlán, treinador espanhol que revolucionou a canoagem e foi seu grande mentor durante cinco anos, até sua morte em 2018, vítima de um câncer cerebral, aos 52 anos. O espanhol foi contratado pelo Comitê Olímpico do Brasil em 2013.
Ele sempre confidenciou aos atletas que seu objetivo era chegar a 10 medalhas olímpicas. Não será mais possível, mas um nono pódio seria uma justa homenagem. “Senti muito a morte dele. Jesus era uma pessoa insubstituível. Sabia quando ser duro, era direto e sincero. Certa vez, ele descobriu que nossos salários estavam atrasados e se negou a dar treino enquanto não nos pagassem. Meu atual técnico, Lauro de Souza, foi seu aprendiz.
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