Segundo a colunista Juliana Dal Piva, do Uol, o destino seria a Noruega, onde Cristina viveu entre 2009 e 2014
, deixou o Brasil sem previsão de retorno após perder a disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa do Distrito Federal.
O pedido se baseou em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras , que considerou a compra “incompatível com o exercício da função pública de assessora parlamentar”. A ex-mulher de Bolsonaro era assessora da deputada federal Celina Leão , com salário líquido de 6.200 reais até junho deste ano.
Nas eleições, Cristina chegou a associar sua candidatura à Assembleia Legislativa do DF ao sobrenome do ex-marido, mas obteve 1.485 votos e não conseguiu se eleger. Em reação à adoção do nome “Cristina Bolsonaro”, a primeira-dama, Michele, disse, à época, que seu irmão, Eduardo Torres , seria o “único” candidato a deputado distrital no Distrito Federal com o apoio do ex-capitão.