A Polícia Federal confirma a prisão de Alexandre Ramagem nos EUA, fruto de cooperação internacional. Paralelamente, o presidente do INSS, Gilberto Waller, é demitido devido a problemas de coordenação e filas de espera. A empresária Roberta Luchsinger, investigada em fraudes no INSS, deporá na PF.
A Polícia Federal confirmou nesta segunda-feira, 13, a prisão de Alexandre Ramagem , ex-chefe da Abin no governo de Jair Bolsonaro, nos Estados Unidos. Segundo o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, a prisão é fruto de uma cooperação internacional entre Brasil e Estados Unidos firmada para o combate ao crime organizado.“Ramagem é um cidadão foragido da Justiça brasileira. Segundo autoridades norte-americanas, está em situação migratória irregular”, disse o diretor-geral da PF.O serviço americano de imigração e controle de aduanas, o ICE, efetivou a prisão em Orlando. Ramagem foi levado por estar irregularmente nos Estados Unidos. O Itamaraty ainda não se manifestou sobre os próximos passos no caso. Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão , pelo STF, por integrar a cúpula da trama golpista.A prisão de Ramagem já está, inclusive, no sistema de registros do ICE nos Estados Unidos.https://youtu.be/W-xCeTcHjfoE a prisão de Alexandre Ramagem tem potencial para ser usada contra a campanha de Flávio Bolsonaro à presidência, de acordo com fontes ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
O Ministério da Previdência anunciou, nesta segunda-feira, a demissão do presidente do INSS, Gilberto Waller. Ele estava no cargo há onze meses. A falta de coordenação do órgão com a Previdência e o fracasso na tentativa de reduzir a fila de espera por benefícios previdenciários são fatores que levaram o presidente Lula a demitir Waller, segundo fontes do Planalto. O órgão passa agora a ser liderado por Ana Cristina Viana Silveira. Servidora de carreira, ela assume a presidência do INSS com a missão de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do instituto.
Investigada no caso das fraudes do INSS, a empresária Roberta Luchsinger vai depor na Polícia Federal nos próximos dias e avisou que está disposta a falar. Segundo os defensores dela, os advogados Roberto Podval e Bruno Salles, Roberta já havia se colocado à disposição dos investigadores para apresentar esclarecimentos. Os advogados sustentam que a empresária não possui qualquer relação com as irregularidades investigadas no caso do INSS e veem no depoimento uma oportunidade de esclarecer definitivamente sua posição.
Roberta ficou conhecida por sua amizade com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e pelas mensagens encontradas pela Polícia Federal em que ela e Antonio Carlos Camilo, o Careca do INSS, tratam de negócios. Segundo os defensores da empresária, ela tem demonstrado tranquilidade em relação ao depoimento e dispensou treinamento para o procedimento.
A nova pesquisa do Datafolha, divulgada neste fim de semana, acrescenta um elemento relevante ao já consolidado cenário de polarização entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Flávio ultrapassa pela primeira vez numericamente o adversário no segundo turno, e ambos lideram não só as intenções de voto, mas também os índices de rejeição. O cenário foi avaliado pela diretora do Datafolha, Luciana Chong, em entrevista ao programa Ponto de Vista.
E, diante do endividamento das famílias, o governo vai autorizar o saque de até 20% do FGTS para o pagamento das contas. A medida será liberada para trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos. Por essa regra, mais de 90% dos que possuem vínculo empregatício poderão ser contemplados. A medida foi analisada pelo economista Bruno Perri, durante o programa Mercado.
Duas das figuras mais reconhecidas do planeta — o presidente americano, Donald Trump, e o papa Leão XIV — entraram em conflito aberto nas redes sociais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que qualquer navio iraniano que se aproximar do bloqueio americano no Estreito de Ormuz será “eliminado”. Nesta segunda, entrou em vigor o bloqueio que Trump havia anunciado a barcos que circulem pelo Estreito de Ormuz que tenham saído ou se direcionem a portos iranianos. As forças dos Estados Unidos afirmaram no aviso que “qualquer embarcação que entrar ou sair da área bloqueada sem autorização estará sujeita à interceptação, desvio e apreensão”. Em resposta à manobra americana, o exército do Irã ameaçou atacar portos nos golfos Pérsico e de Omã. De acordo com o regime iraniano, o cerco é “ilegal”, um ato de “pirataria” e representaria uma ameaça à segurança dos portos iranianos. O bloqueio foi anunciado após a primeira rodada de negociações para o fim do conflito, sediadas pelo Paquistão no sábado, fracassar.
A nova crise energética global provocada pela guerra envolvendo o Irã já começa a redesenhar o mercado automotivo. Em março, as exportações de veículos elétricos e híbridos da China mais que dobraram, impulsionadas pela alta do petróleo e pela busca global por alternativas mais baratas e previsíveis de energia.
A guerra no Irã já ultrapassou o campo das expectativas e começa a produzir efeitos concretos no abastecimento global de energia. Essa é a avaliação do ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. Em entrevista ao programa Ponto de Vista, ele afirmou que o mundo entrou em uma fase mais crítica da crise do petróleo, com interrupções reais na entrega de combustíveis.
A menos de dois meses da Copa do Mundo, a rede Ronaldo lançou o projeto “Hype das Ruas”. O objetivo é resgatar e valorizar a tradição das ruas decoradas para o futebol, conectando o esporte com a arte urbana e identidade popular em uma linguagem contemporânea sem perder o vínculo comunitário. A iniciativa começou com uma pintura no Jardim Santo Elias, em São Paulo, e prevê intervenções em oito ruas de diversas regiões metropolitanas.
O projeto tem produção executiva da agência Sense e é conduzido pelo comunicador Zuluzão. Ele reforça o compromisso da rede Ronaldo com manifestações culturais de base, buscando uma aproximação legítima com o imaginário popular, especialmente durante eventos como a Copa do Mundo.
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