Era outra vez: como transformar (para melhor) os contos de fadas

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Era outra vez: como transformar (para melhor) os contos de fadas
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A escritora Ana Llurba expõe em um novo ensaio de que forma as narradoras mais inovadoras da atualidade demonstram como “os arquétipos continuam falando, mas já não dizem a mesma coisa”

, transformando-se a si mesmo, o escritor, em um maltado boneco de madeira. Margaret Atwood, cuja ficção era feminista antes do feminismo, também.Não é apenas que seus primeiros livros de poesia deformavam os arquétipos dos contos de fadas, é que sua ficção volta a eles continuamente.

“Quando surge o conceito de infância, os contos de fadas deixam de ser para adultos, porque na época de Charles Perrault o eram, eram um entretenimento na corte de Versalhes para a elite da época”, analisa Llurba, que acredita que sobretudo as narradoras ―menciona também Kristen Roupenian, Shirley Jackson, Cristina Fernández Cuba, Dubravka Ugresic e a poeta Anne Sexton― os utilizam precisamente para o contrário do que foram criados: acabar com as expectativas que...

“Os contos de fadas vêm sendo construídos e reconstruídos há séculos. O que tentei é espalhar minha paixão pela reconstrução atual, uma paixão que Angela Carter despertou em mim”, diz ela. Paixão que não pode evitar de estar presente, desde o início, em quase qualquer vida de escritor, porque não são contos de fadas ainda o que leem antes de qualquer coisa? A tendência, em todo caso, é um fato.

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