Terras pertenciam à antiga Unidade de Serviços Produtos e Mercados (SPM) da entidade, em Petrolina (PE), e foram anexadas à Embrapa Semiárido
“O posicionamento da Embrapa é que as terras são patrimônio do governo brasileiro, produtivas e destinadas ao uso exclusivo da Embrapa Semiárido para o desenvolvimento de pesquisas e geração de tecnologias voltadas à melhoria da qualidade de vida de populações rurais”, afirma.
Além dos estudos desenvolvidos, a área recebe ainda o Semiárido Show, uma feira para agricultores familiares, onde ocorre a apresentação de tecnologias que foram desenvolvidas para ambientes de convivência com a seca. “O evento recebe mais de 20 mil pessoas e é uma referência em transferência de tecnologias para a região Nordeste. No momento, a área está sendo preparada para receber a 10ª edição da Feira, que acontecerá em agosto deste ano. A invasão já está prejudicando consideravelmente todo o planejamento e execução das atividades previstas.
Conforme o órgão, a invasão está trazendo danos à condução do trabalho e ao planejamento da execução de projetos e ações de pesquisa, incluindo atividades de parceiros. “Por fim, a invasão traz prejuízos consideráveis a produtores e agricultores familiares da área de abrangência da atuação da nossa instituição, bem como para toda a sociedade”, concluem.
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