Investigações da PF já levaram à prisão seis proprietários; organizações ligadas ao tráfico e roubos a bancos estão entre os clientes
Pacheco é um dos seis donos de clubes de tiro e lojas de armas presos, desde o ano passado, sob a acusação de desviar armas ou munição para o crime organizado. Um levantamento feito pelo GLOBO revela que as empresas alvo das investigações têm sede nos estados de São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraíba e Maranhão.
2 de 2 Arma exibida em perfil social de armeiro acusado de customizar arsenal de traficante — Foto: Reprodução/Instagram Já em Cruz Alta , Geovane de Freitas da Silva Marangon, dono da loja Sparta, é acusado de ter simulado um furto no estabelecimento para tentar encobrir o desvio de 49 armas — um fuzil, 27 pistolas, 17 carabinas, três espingardas e um revólver — para a facção criminosa que domina o tráfico na região. Em 9 de fevereiro passado, o próprio Marangon afirmou à polícia que sua loja havia sido invadida durante a madrugada.
Outra investigação descobriu que o dono de um estande de tiro em Vitória falsificava documentos para esconder desvios de munição para traficantes. De acordo com a PF, Rodrigo Batista fraudava relatórios de consumo de munição de clientes de seu clube de tiro, o Rasch Sport, que eram preenchidos com quantidades de tiros muito maiores do que os efetivamente disparados.
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