Dia Mundial do Refugiado: afegão, venezuelano e síria contam como é viver longe de seu país de origem
Kazem Ahmad deixou o Afeganistão em 2011 por medo de ser forçado a servir ao lado do grupo extremista Talibã. Ele viveu alguns anos no Irã até conseguir chegar à Grécia, onde hoje é tradutor.
“A minha história é muito parecida com a de muitos jovens do meu país: não queria fazer parte do Exército do Talibã. No Afeganistão, você é praticamente forçado a fazer isso depois dos 12 anos.”Razan Suliman fugiu da cidade de Aleppo, na Síria, depois que uma guerra civil tomou conta do país.
“Quem está na Síria ainda enfrenta a guerra. A situação deles é muito difícil, sem trabalho, e algumas das casas não têm água ou luz. Nada de uma vida humana normal.”Juan José Kirpa saiu da Venezuela e veio para o Brasil em busca de trabalho. Segundo o refugiado, ele e sua família enfrentaram um duro racionamento alimentar imposto pelo governo de Nicolás Maduro.
“Infelizmente, tive que deixar muita coisa para trás. Família, história, amigos... Nossa, quantas coisas deixei para trás.”
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