Rumo dos juros nas principais economias permanece no radar dos agentes financeiros
do dia anterior, enquanto mantêm atenção aos desdobramentos das negociações para aprovação do novo arcabouço fiscal. No cenário externo, atambém continua sendo analisada pelos agentes, que aguardam os dados americanos de seguro-desemprego hoje e o relatório sobre o mercado de trabalho americano amanhã. Pela manhã, o Banco Central Europeu decidiu reduzir seu ritmo de alta de juros ao subir as taxas de 0,25 ponto percentual.
Pouco depois das 10 horas, o dólar à vista cedia 0,24%, a R$ 4,98, após máxima em R$ 5 e mínima em R$ 4,97. Como apontou pela manhã a Commcor, em nota, a sessão de hoje promete ajustes marginais a um Copom um pouco menos ‘hawkish’ [favorável ao aperto monetário] em decisão ontem, “sinalizando a necessidade de paciência para o iminente ciclo de alívio da taxa básica de juros, a qual ainda parece considerada para o segundo semestre deste ano”.
Para o banco espanhol BBVA, a postura firme do BC sustenta o “carrego” do diferencial de juros do real, embora a autarquia abra a porta para uma mudança gradual, com chances, segundo o banco, de cortes moderados na taxa de juros no terceiro trimestre deste ano, o que ainda pode eventualmente render fluxos para o real., destaque de força para o sol peruano e o rublo russo e de fraqueza para o franco suíço e o euro.
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