Wesley e Joesley são acusados de crimes financeiros em operação com ações da JBS às vésperas do acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, em 2017. Mas companhia pode ser multada
A decisão não é final. Dos cinco membros do colegiado, três deles — o presidente da CVM, João Pedro Nascimento, e os diretores João Accioly e Alexandre Rangel — votaram acompanhando o voto do diretor relator Otto Lobo, embora fazendo ponderações sobre as fundamentações. A diretora Flavia Martins Perlingeiro, porém, pediu vistas do processo. Com isso, será marcado um novo julgamento.
O episódio foi o estopim de uma crise para o país, tendo resultado, no dia seguinte, em um tombo de 10% no Ibovespa, principal índice da Bolsa, com as ações da JBS tombando 9,68%, e puxando um salto na cotação do dólar.
No dia 7 de abril de 2017, eles prestaram depoimentos na PGR. Na sequência, a J&F iniciou a venda das ações da JBS, sendo compradas a partir do dia 24 pela JBS. Em 3 de maio daquele ano, os irmãos Batista assinaram o acordo de delação premiada. Duas semanas depois, o conteúdo das denúncias vazou pela imprensa.
Os advogados de defesa rebateram as acusações. Walfrido Jorge Warde Jr. destacou que os irmãos não poderiam prever que suas colaborações junto à PGR teriam impacto em índices econômicos e no preço das ações da JBS, nem quando suas colaborações seriam divulgadas.
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