Cresce número de brasileiros mortos por acidente vascular cerebral Pandemia contribuiu para aumento do número de casos; de 1º de janeiro a 13 de outubro, foram 12 mortes por hora
Segundo Sheila, a sigla Samu, criada pela Liga de Estudantes de Neurologia da Bahia, é eficaz para verificar se uma pessoa está sofrendo um AVC. “Pede-se ao paciente que dê um sorriso e observa-se se a boca fica torta; pede-se a ele que eleve os braços e dê um abraço e observa-se se um braço cai porque está mais fraco; pede-se que cante uma música ou diga uma mensagem para ver se a fala está enrolada.
A associação está promovendo a campanha Tempo É Movimento, com o objetivo de conscientizar a população de que as sequelas do AVC podem e devem ser tratadas. Segundo Eduardo Melo, a rigidez e os espasmos musculares, que são chamados de espasticidade, podem acontecer pós-AVC e devem ser tratados para devolver a mobilidade às pessoas e trazer mais qualidade de vida e independência.
De acordo com o médico, o problema costuma aparecer em até três meses após o AVC isquêmico e tem evolução rápida e maior que o de outros tipos de demência. “A demência vascular é a segunda causa mais comum que envolve lesões neurológicas em idosos e representa cerca de 5% entre todos os tipos de demência, ficando atrás somente da doença de Alzheimer.