Chefe da Comissão de Mortos critica gastos com desaparecidos da ditadura (via radaronline)
Presidente da Comissão de Mortos e Desaparecidos do governo Jair Bolsonaro, Marco Vinícius Carvalho decidiu mexer mais uma vez com os fantasmas do país.“O Brasil empregou muito dinheiro em busca de ossadas. De 1.047, localizou apenas duas. Gastou 500.000 dólares. Dinheiro que poderia ter ido para saúde e educação. Talvez essas pesquisas de DNA pudessem ter sido estruturadas na nossa Polícia Federal e o custo seria bem menor”, diz.
O material de banco de dados com amostras de sangue de familiares foram enviados para Holanda e Bósnia, países com tecnologia apropriada.
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