Ricardo Barros: Bolsonaro já alcançou meta com CPI – transferir responsabilidades
é, ao lado do deputado Eduardo Bolsonaro , o maior entusiasta da instalação de uma turbulenta – e provavelmente instável –, ainda que a comissão de inquérito propriamente dita nunca precise nem sair do papel. A avaliação, feita a VEJA pelo líder do governo Ricardo Barros , é a de que o ex-capitão, aodo que o presidente em um episódio eleitoralmente desafiador, as altas frequentes nos.
“O objetivo o presidente já alcançou. Quer dizer o seguinte: ‘Falam que eu mando na Petrobras, mas eu não mando. Eu demito o cara, e o cara não sai. Eu nomeio, e o cara não assume. Eu não mando.’ Então, está claro que a responsabilidade do aumento é da empresa, não é do governo, embora o governo seja acionista majoritário.
O raciocínio público de Ricardo Barros, embora condizente com o cargo de líder do governo, esconde o objetivo que está no cerne da defesa que Bolsonaro e aliados fazem da instalação da CPI:para desgastar o ex-presidente Lula e o PT a pouco mais de três meses do primeiro turno.
O desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mandou soltar o ex-ministro Milton Ribeiro, os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, além de outros dois suspeitos de participação num esquema de desvio de recursos do Ministério da Educação . A decisão ajudou a acalmar um pouco a crise, mas a temperatura ainda é alta no Palácio do Planalto.
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