Na TV, Bolsonaro afirma que não haverá repasse imediato no preço dos combustíveis controlados pela estatal. Por helomendonca
apresentando o maior ganho em uma sessão desde a Guerra do Golfo em 1991. A ação reivindicada pelo grupo rebelde houthis,
"Tudo irá depender de quanto tempo essa crise e o preço mais alto irão durar. Ainda que seja constatado posteriormente que os danos não foram tão grandes e que a produção saudita voltará a normalidade em pouco tempo, só o fato do risco de uma ação dessas acontecer de novo pode elevar o preço por mais tempo. Pode não ser algo tão passageiro", explica o professor Maurício Canêdo, da FGV .
Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura , concorda que, se o movimento de alta persistir, em condições normais, a Petrobras terá que repassar o novos preços."Se a estatal não alterar os preços ela estará perdendo rentabilidade.
Para o especialista, a ação visou um terrorismo econômico e geopolítico para mostrar que há uma vulnerabilidade na estrutura de produção e da logística."A novidade, que veio para ficar, é um novo fator de vulnerabilidade que está demonstrado. Algo simples capaz de ser lançado de qualquer lugar é capaz de atacar e levará a necessidade de novas medidas protetivas.
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