Estimulado pelo senador Flávio Bolsonaro, partido do presidente da República deixa de integrar a bancada governista; legenda tem 12 dos 70 deputados da Casa
A discordância se deu justamente por Witzel ter feito críticas aoe afirmado que quer concorrer à Presidência. A ordem foi dada por Flávio após a entrevista, na qual Witzel também negou que sua vitória eleitoral tenha se dado por causa da onda bolsonarista. Ele tinha 1% das intenções de voto no início do período eleitoral, segundo os principais institutos de pesquisa.
A bancada já vinha insatisfeita com o governador, que há alguns meses tenta se desvencilhar do PSL a fim de marcar posição para uma eventual disputa contra Bolsonaro na eleição de 2022. Isso se deu tanto na distribuição de cargos no governo quanto na relutância em apoiar a pré-candidatura à Prefeitura do Rio do deputado estadual Rodrigo Amorim, que é do partido do presidente.
Os parlamentares do PSL terão que abandonar os cargos que ocupam na gestão Witzel, o que também inclui a vice-liderança do governo na Alerj, ocupada atualmente por Alexandre Knoploch — que criticava publicamente a postura política do governador, mesmo sendo seu representante na Casa. Em agosto, ele disse que Witzel deveria “ter caráter” e apoiar o PSL na eleição municipal.
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