A PRF era subordinada a Torres, ministro da Justiça do governo Bolsonaro à época do pleito, e intensificou a fiscalização a ônibus às vésperas e no dia do 2º turno g1
Anderson Torres, ex-ministro de Bolsonaro, foi preso após ataques golpistas de 8 de janeiro — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ex-ministro disse ainda que a PRF tinha autonomia operacional e que as informações sobre a fiscalização feita pela corporação no dia da eleição foi repassada a ele por Silvinei Vasques, então diretor geral da PRF, e que, ao perguntá-lo quanto às notícias do dia 30 de outubro de 2022 sobre as abordagens nas rodovias federais, Silvinei afirmou que a atuação era "normal".
QUE o declarante chegou a conversar com o ex-Diretor Geral da PRF, SILVINEI VASQUEZ, questionando acerca das notícias que estavam sendo divulgadas na mídia no dia 30/10/2022, segundo as quais a PRF estaria realizando abordagens nas rodovias federais, tendo SILVINEI afirmado que a atuação da PRF era normal, chegando, inclusive, a escoltar veículos que estariam sem condições de trânsito para garantir o direito de...
QUE os planejamentos operacionais em questão eram apresentados com autonomia pelas instituições, sendo que a função da SEOPI era fomentar ações integradas para consecução de determinados objetivos, dentre os quais a OPERAÇÃO ELEIÇÕES 2022; QUE outra informação levada ao conhecimento do declarante pela DINT foi referente a uma possível atuação de facções criminosas no Estado do Rio de Janeiro, as quais estariam agindo de forma a coagir eleitores a votar em determinado candidato, sendo que a DINT atuou para tentar confirmar a veracidade das informações, mas isso não foi confirmado; QUE, com relação ao "Bl dos 75%", o declarante afirma não tê-lo levado...
QUE o Advogado SMANIOTTO solicita que seja consignado que também não houve a determinação para que a PRF agisse de tal forma em qualquer outro Estado da Federação QUE a gestão do declarante no MJSP foi técnica e as determinações eram de coibição a todos os crimes eleitorais, independente do partido de quem os cometesse;
QUE o declarante estava na companhia de várias pessoas do Governo em São Paulo/SP, sendo que, foi sozinho, com sua segurança pessoal para Juiz de Fora/MG; QUE o declarante estava em São Paulo/SP, de onde se dirigiu a Juiz de Fora, onde na noite daquele dia, encontrou o então Diretor-Geral da PF, MARCIO NUNES, e o Secretário Executivo do MJSP, Brigadeiro ANTONIO RAMIREZ...
QUE não houve uma resposta se tal sugestão seria acatada; QUE ressalta que não houve determinação para que uma instituição exercesse a atribuição da outra;
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