Na coluna de Matheus Leitão: teólogo Rodolfo Capler analisa a penetração das Igrejas Evangélicas no cenário político nacional e a degradante união entre religião e política partidária (via Mleitaonetto)
À DIREITA - Edir Macedo e Bolsonaro: a conversão à fé ocorreu em 2016, em batismo feito por Everaldo Pereira - Alan Santos/PROs evangélicos começaram a se envolver na política brasileira na década de 1960, por meio da denominação, que à época, elegeu um deputado federal em 1961 e um estadual em 1966.
A partir de 2003, esse processo se intensificou com a fundação da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional – FPE , que segundo levantamentos da Câmara dos Deputados, em 2019, possuía o expressivo número de 203 parlamentares vinculados a sua base. Personagens como Marcelo Crivella , Eduardo Cunha e Kim Kataguiri , Bia Kicis e Eduardo Bolsonaro , e Flordelis , eram à época integradas à Frente Parlamentar Evangélica.
A Bancada Evangélica articula e alicerça seu projeto de poder por meio de dois pilares de sustentação do neopentecostalismo brasileiro: a Teologia da Prosperidade e a Teologia do Domínio .
A influência da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional é tema que merece um olhar atento de toda a sociedade, porquanto, é um processo político e social que apresenta, em seu cerne, a aproximação de uma extrema direita reacionária com um projeto de poder que se desenha por uma parcela significativa das Igrejas Evangélicas, cujo número de fiéis e de parlamentares no Congresso vem crescendo a cada nova legislatura.
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